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A História dos Dois

 Era uma vez, uma menina e um menino. Eles viviam em mundos diferentes, tinham gostos e manias estranhas e sem saber, completariam um o mundo do outro.    Ela "tava" na vibe de dançar a noite toda, conhecer todas as pessoas do planeta inteiro e conversar, conversar e conversar. Bebia para poder sentir a brisa e se sentir, de algum jeito, completa. Ah, e tinha os amigos mais loucos, porém sinceros e únicos, do mundo!  Estudava Jornalismo e tinha suas dps porque não levava tudo tão a sério. Apaixonada, vidrada e amante da Lua (para ela, não existia presente mais lindo que Deus poderia ter feito). E cantarolava MPB, completamente apaixonada por suas letras e melodias.  Viajava com os amigos e tinha os melhores e mais incríveis fins de semana. As segundas-feiras eram dias de nostalgia: o fim de semana era contado e recontado trilhões de vezes para e com as amigas. E assim, ela vivia o presente e planejava o futuro em meio a doses de alguma bebida forte, g...

Dia das Mães, o dia dela!

(Artigo feito para o estágio) Quando o dia dela chega é sempre aquela euforia em casa. Ela sabe que vai ganhar a casa cheia com os filhos, netos e noras/genros, sabe que a família se reunirá toda em volta da mesa no almoço e será aquela bagunça, como em todos os outros anos. Ela não pensa na bagunça que a casa fica no final do dia. Isso é coisa boba, pequena, sem importância perto da alegria sentida durante todo o domingo.  Quando o mês de abril já está no meio, ela começa a pensar com “os seus botões” como será o Dia das Mães do ano presente. Todos vêm, ela precisa inovar no cardápio do almoço e satisfazer cada um com seu gostinho de comida favorita. Ah, sem se esquecer das sobremesas! Maio chega e ela já liga para os filhos perguntando se todos virão. Todo ano é a mesma história: os filhos querem levar ela em algum restaurante ou um lugar para se divertir sem precisar esquentar a cabeça. Mas não adianta! Ela gosta mesmo é de encher os seus com mimos feitos pelas suas mã...

Email para uma amiga...

(Artigo feito para o estágio)  Respondendo seu email, acho que você precisa parar de pensar nas coisas ruins da vida e se permitir viver em paz com você mesma. Quando a gente não lida bem com a solidão, com o tempo de vivermos com a gente mesmo, não podemos ser pessoas melhores, não sabemos somar de forma positiva nas vidas das pessoas que nos cercam.  A dor que sentimos muitas vezes não é sentida pelos os outros. E merecemos o nosso tempo de dor. Mas esse tempo não deve se estender, não deve ser maior que o tempo de renascer, de querer viver de bem consigo mesma.  Posso estar errada, mas você procura a SUA felicidade nos outros. Quando ela, na verdade, deve partir primeiramente de você. Só de você!  É burrice, imaturidade querer viver acreditando que sozinha não se pode ser feliz! Que é preciso um amor, que é preciso uma conquista, uma cantada... Se vierem, é bom, claro. Mas forçar que venham, não... Não faz sentido! O amor não tem regras, mas ele precis...

Era uma vez o Amor

(Feito para o site Mensagens com Amor) Era uma vez um sentimento, que de início, é pequeno, quase imperceptível. E que muitas pessoas nem dão atenção, e as que dão, nossa, parece que não sabem cuidar do pobre coitado.  Quando o Amor cisma em dar o ar da sua graça, muitas vezes alguém sai machucado. Não deveria, né? Não é ele o sentimento mais belo e forte de todos? O que dá cor aos dias das pessoas? O que movimenta a vida?  Sabe o que pensei agora? Se machuca não pode ser Amor de verdade. Pensando bem... Nada a ver, não é mesmo? Quem disse que um casal que se ama não briga nunca, não se desentende, não tem vontade de mandar o outro pra aquele lugar de vez em quando? Que loucura! Voltando à história do nosso personagem principal... Aos poucos, o Amor vai se mostrando em atitudes cheias de atenção, regadas de carinho e extrapoladas de frases melosas. Até aí, normal, aparentemente. Sabe aquela coisa de conhecer uma pessoa, achá-la bonita, com papo, engraçada, boa pra...